Agora

Sociedade da tecnologia ou da comunicação?



 Por: Luciana Varga*

Metaverso. Realidade virtual. Inteligência Artificial. Robôs. O que você, Homo Sapiens, sente e pensa quando é bombardeado com estes termos e informações do que parece um novo mundo? Certamente sente uma pressão para conhecer isso tudo e, ao mesmo tempo, uma dúvida sobre qual o seu lugar no mundo diante de todas estas novidades.

Aí entra a comunicação! Em um mundo onde máquinas estão substituindo a mão de obra humana e avançando cada vez mais, o que vai nos diferenciar e nos destacar no mercado? Uma habilidade eminentemente humana, que nenhum robô conseguirá reproduzir e substituir verdadeiramente: a comunicação! Estou falando de comunicação verdadeira, a que nos conecta, empática, que promove relacionamentos e que é fundamental para quem vive em sociedade como nós. 

Muitas vezes não percebemos a importância da comunicação nas nossas vidas e no mundo, em todos os âmbitos e ambientes. Já pararam para pensar em quantos estímulos comunicacionais recebemos e enviamos a cada dia? Desde a hora em que acordamos até o momento de dormir. E não me refiro apenas à comunicação verbal, e sim à comunicação total, incluindo a não verbal (corporal, facial, gestual). Quantas vezes nos comunicamos e conseguimos realizar coisas, reforçar laços e criar vínculos apenas com o olhar? Aí reside a beleza e o genuíno poder da comunicação.

Por isso, quando vemos as pesquisas de "profissões do futuro", "habilidades mais valorizadas atualmente" temos a comunicação e suas vertentes - empatia, saber trabalhar em equipe, oratória,... - como destaque. Porque o técnico, o braçal, os cálculos, são melhores executados pelas máquinas, isso já é realidade, mas o que conecta, o que engaja e o que motiva para crescer é feito por quem domina a comunicação.

Reforço aqui com uma frase que ouvi em uma Conferência e que me marcou: "para não ser substituído por um robô, não aja como um"! Assim, pensar a comunicação nas nossas vidas e como a fazemos no nosso dia a dia é o nosso diferencial. Uma sociedade dominada por máquinas necessita cada vez mais de um elo humano, único e genuíno, como a comunicação. Então, que tal exercermos nossa melhor comunicação, para criarmos ambientes agradáveis, relacionamentos verdadeiros e sermos a diferença nesse mundo?

*Luciana Varga é jornalista e professora de Graduação e Pós-Graduação da Estácio.


Enviado por Vívian Rodrigues

Fonte: Assessoria Estácio

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