9 de mar de 2018

Mês do Teatro e Circo 2018 com Solos e Duo Especial no Teatro Nova Gamboa de Salvador (BA)




Em março, mais precisamente dia 27, comemoramos o Dia Nacional do Circo e Mundial do Teatro. Todos os anos o Gamboa Nova faz uma programação especial voltada às Artes Cênicas, numa espécie de celebração que homenageia quem mantém vivo o palco, seja profissional ou amadoramente.

Em 2018 retomamos o Solos do Gamboa, trazendo espetáculos inéditos e com uma história recente por Salvador e Nordeste, além de um duo especial baseado na obra de Plínio Marcos. O objetivo é fomentar projetos originais, oferecer ao público performances de qualidade e dar espaço a criações diferenciadas.

#vemprogamboanova


TEATRO

Eróstrato realiza mais uma temporada no Gamboa Nova

Releitura do conto ‘O Muro’, de Sartre, a peça Eróstrato – Memória Perversa, realiza sua segunda temporada no Teatro Gamboa Nova, dentro do projeto Mês do Teatro e Do Circo – Solos do Gamboa, no mês de março. Será o quinto ciclo de apresentações do espetáculo realizado pelo Grupo de Arte Sem Sentido, formado por Alberto Abreu, Marcos Sampaio, Andreza Cerqueira e Letícia Falleiro.

Na história antiga Eróstrato foi um cidadão comum da cidade de Éfeso que queria a fama a qualquer custo. Assim, incendiou o templo de Artemis para que seu nome ficasse conhecido pelas futuras gerações. Na montagem ele busca, antes de tudo, redenção, fazendo uma ponte com as vidas catatônicas e aprisionadas da atualidade.

Para a equipe ficam as questões: quem nos reconhece em todas as pequenas explosões diárias? Quem ainda enxerga a vida enquanto nos arrastamos mortos para o próximo dia de trabalho? Como sabemos em que momento as histórias são verdadeiras? Em que momentos nos afogamos em nossas próprias histórias?

 São estas inquietações que o grupo espera despertar, levando o público a refletir sobre o quanto temas debatidos por Sartre no século passado, fim dos anos 30, se ajustam aos modos de vida do presente cotidiano soteropolitano.

Serviço
O que: Eróstrato -Memória Perversacom o Grupo de Arte Sem Sentido
Quando: 01, 07, 08, 14, 15, 21, 22, 28 e 29/03/2018 (quartas e quintas) - 20h
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia com comprovante) – bilheteria a partir das 17h
Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)
Informações: 71 3565-5645
Classificação: 18 anos

Ficha Técnica
Direção/adaptação/cenário/figurino: Marcos Sampaio
Criação/atuação: Alberto Abreu
Projeto gráfico/assessoria: Andreza Cerqueira
Fotografia: Fernando Lopes
Produção executiva: Letícia de Moraes Falleiro



Puta: Filha que te Pariu! mistura teatro, intervenção e performance

Com criação e interpretação da Mestre em Artes Cênicas Elaine Bela Vista, numa narrativa caminhante, estreia no Teatro Gamboa Nova a obra Puta: Filha que te Pariu!, que associa elementos de performance, intervenção e teatro para tratar a questão do ‘ser mulher’, realçando e fortalecendo a luta mundial pelo combate ao machismo e feminicídio.

As apresentações acontecem nas quintas de março, sempre às 18h. Começam dentro do edifício teatral e se deslocam por lugares próximos, denominados ‘estações’, como uma procissão pelas ruas adjacentes no sentido de chamar a atenção para as absurdas violências advindas do sexismo a que todas as mulheres estão submetidas.

“Trata-se da utilização de vozes representativas, que reforçam um chamado à insubordinação de mulheres através de uma estética penífera e cortante, na construção de um projeto de emancipação e empoderamento” – completa Elaine, que é atriz, performer, educadora e mãe-solo. Seu objetivo é abrir um diálogo acerca das questões de gênero, sob uma perspectiva feminista, engajada no propósito de desconstrução do patriarcado que objetifica as mulheres e as sobrecarregam, principalmente nas dimensões mulheres/mães.

O experimento cênico visa trazer à tona as questões de gênero e classe, a partir do uso e problematização do termo PUTA, utilizando-se de uma auto-dramaturgia com recortes e costuras de textos da literatura de autoria feminina, a exemplo de Rita Santana, Daniela Galdino, Clarice Lispector, Cidinha da Silva, bem como letras de músicas de compositoras mulheres. 

Os temas tratados variam entre abuso sexual, pedofilia, prostituição, cultura do estupro, assédio, a morte do amor romântico, fé, entre outros espinhentos temas, na esperança de exorcizar os demônios pessoais da artista criadora dessa obra e conseguir propor uma discussão franca e necessária acerca das mazelas que devem ser extirpadas.

Março é também o mês internacional da luta das mulheres e o solo foi pensado para estrear nessa data simbólica com vistas a manifestar o pensamento de que há formas estéticas de protestar contra as absurdas violências a que todas as mulheres estão submetidas em tempos tão sombrios de retrocessos nas leis e na própria experiência de democracia.

Serviço
O que: Puta; Filha que te pariu!
Quando:,01, 08, 15, 22 e 29/03/2018 (quintas) - 18h 
Quanto: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia com comprovante) - bilheteria abre a partir das 16h
Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)
Informações: 71 3565-5645
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos

Ficha Técnica
Criação e Interpretação: Elaine Bela Vista
Direção de movimento: Rita Brandi
Iluminação: Larissa Lacerda
Operação de Luz: Lorena Lisboa
Sonoplastia e direção de arte: Matheus Menezes
Produção: Sidnaldo Lopes





Poesia e emoção em novo trabalho de Leandro Santolli

Estreia dia 02 de março, às 20h, no Teatro Gamboa Nova, Maria – um rito para a minha avó, solo de Leandro Santolli que é um teatro documentário autocrítico sobre os exatos últimos dias de uma avó, sob o olhar de um neto que, em suas memórias, comemora um aniversário que nunca existiu.

Essa dura jornada emocional, acompanhada de perto pelo intérprete com sua avó, inspirou a criação de um solo absolutamente tocante. Burilada com enorme zelo, a dramaturgia percorre caminhos instigantes, equilibrando-se com habilidade entre a exposição de episódios reais e sua eventual recriação com toques de ficção.

A encenação reforça no palco essa fina harmonia entre o documental e o poético, evidenciada no flerte aberto com a performance e refletida em cada elemento da peça. Em atuação meticulosa, mas nem um pouco fria, o ‘neto’ ganha a plateia e faz de um espetáculo sobre a morte uma ode à vida.

“Tamanho grau de envolvimento poderia gerar um dramalhão lacrimoso, mas, felizmente, não é o que acontece aqui.” – explica Santolli, que é graduado em Marketing e em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Sergipe e atualmente estuda Direção Teatral na Ufba, sendo parceiro da programação do Teatro Gamboa Nova nos últimos anos.

Serviço
O que: Maria – Um rito para a minha avó
Quando: 02, 03, 04, 30 e 31/03 (sextas 20h, sábados 17h + 20h, domingo 17h)
Quanto: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia com comprovante) - bilheteria abre duas horas antes
Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)
Informações: 71 3565-5645
Classificação: 12 anos

Ficha Técnica
Direção e Concepção - Leandro Santolli
Colaboração - João Sanches e Tina Mello
Assistência de Produção e Audiovisual - Filipe Silveira
Assessoria - Paula Berbert | Lindete Souza
Execução de Figurino - Leonardo Teles
Cenografia - Leandro Santolli
Iluminação - João Sanches

Grupo sergipano estreia Dois Perdidos Numa Noite Suja em Salvador

O Coletivo Tespis, de Sergipe, traz ao palco do Teatro Gamboa Nova a primeira montagem oficial da obra de Plínio Marcos do Estado. Dois Perdidos Numa Noite Suja estreia em Salvador no próximo dia 09 de março, em curta temporada, apenas três dias, com ingressos populares. O trabalho é também um projeto de extensão do Núcleo de Teatro da Universidade Federal de Sergipe, com direção de Roberto Laplane.
Em cena os atores Douglas Oliveira e Leandro Handel dão vida ao conceito da peça, que é um ringue e busca enfatizar a luta pela sobrevivência. Dentro do contexto da marginalidade que permeia a encenação e dramaturgia, uma cenografia que remete aos espaços de competição de lutas, retratando de forma simbólica a visão de que há sempre um perdedor e um vencedor.
O texto passou por uma adaptação quanto às gírias e frases de efeito, mas o texto foi mantido integralmente, um dos clássicos da literatura brasileira sem nenhum corte. Há também a utilização da linguagem audiovisual e a trilha sonora é executada ao vivo, ressaltando as atmosferas densas através do elemento percussivo.
No resumo da obra, Paco é um malandro que sempre vive à margem da sociedade, sobrevivendo às circunstancias que a vida lhe oferece e Tonho é o tipo moço bom, de família, que saiu de sua cidade para vencer numa grande metrópole, mas por um golpe de sorte acabou indo trabalhar no mesmo local que Paco, além de dividir o mesmo quarto de pensão. Uma relação conflituosa marcada por uma decisão radical na vida de ambos.
Vale lembrar a ligação do diretor Roberto Laplane com a cultura soteropolitana, já que o mesmo é doutor e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, graduado em Direção Teatral e Interpretação Teatral pela mesma universidade. Em Sergipe atua como professor adjunto da Universidade Federal desde 2009. Sua pesquisa é sobre a visualidade da cena, com ênfase na Maquiagem Teatral. É também ator, diretor, cenógrafo e figurinista, trabalhando no teatro, cinema, dança e publicidade há mais de vinte anos.
Serviço
O que: Dois Perdidos numa Noite Suja
Quando: 09, 10 e 11/03/2018 (sexta 20h, sábado 17h + 20h, domingo 17h)
Quanto: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia com comprovante) - bilheteria abre duas horas antes
Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)
Informações: 71 3565-5645
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos

Ficha Técnica:
Texto: Plínio Marcos
Elenco: Douglas Oliveira e Leandro Handel
Diretora assistente: Amanda Steinbech
Elenco do vídeo: Lidhiane Lima e Tinho Torquato
Iluminação e vídeos: Sergio Robson Campos
Direção musical e execução da trilha: Humberto Barreto
Objeto de cena: Solimões Feitosa
Assessoria financeira: Sandro Américo e Julieles Ramos
Assessoria de imprensa: Pedro Carregosa
Assistente de produção: Paulo Fernando Jr
Cenografia, figurino, direção e concepção cênica: Roberto Laplagne

Mesmo sem te Tocar celebra seu sucesso em curta temporada

Indicado ao Prêmio Braskem 2017 como Melhor Espetáculo, Ator, Texto e Revelação, a peça Mesmo sem te Tocar é a estreia solo do intérprete Fernando Santana e de Agamenon de Abreu na direção. Sucesso de público e crítica, o trabalho realiza curta temporada, agora dentro do projeto Solos do Gamboa Nova, que marca o Março do Teatro e do Circo com potentes criações de artistas baianos.

A obra pode ser vista dias 16 (sexta), às 20h, 17 (sábado), às 17h e 20h, além de domingo, dia 18, às 17h. Conta a história de um homem que, por meio de uma fenda de tempo, retorna do passado para revelar a Teresa o amor que sente por ela. 

 Com doses de humor e ares de tragicomédia, o espetáculo é cercado por um estado onírico e aborda entraves e peripécias ocasionadas pela força do sentimento, por vezes desmedido, que move o personagem. Mesmo sem te tocar também questiona o amor como cura ou ferida da alma e revela o quanto o sentimento, a depender de como é alimentado, pode se tornar uma patologia.

 Nas artes desde 1999, Fernando Santana é Bacharel em Interpretação Teatral pela UFBA. Diretor, Ator, Dramaturgo, Preparador de Elenco e Figurinista. Integrou o Grupo de Teatro do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, onde atuou, no mesmo período, no Projeto/Espetáculo “Cuida Bem de Mim”. É membro do Colectivo Âmbar (rede de artistas e promotores cênicos Latino-americanos), onde desenvolve projetos de pesquisa e difusão do teatro latino-americano em diversos países e em parceria com importantes grupos e artistas.

Serviço
O que: Mesmo Sem te Tocar
Quando: 16, 17 e 18/03/2018 (sexta 20h, sábado 17h + 20h, domingo 17h)
Quanto: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia com comprovante) - bilheteria abre duas horas antes
Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)
Informações: 71 3565-5645
Duração: 60 minutos
Classificação: 12 anos

Ficha Técnica:
Atuação e Dramaturgia: Fernando Santana
Direção, Cenário e Figurino: Agamenon de Abreu
Assistente de Direção: Maony Reis
Iluminação: Allison de Sá
Operação de Luz: Bergson Nunes
Direção Musical: Roquildes Junior e Gabriel Carneiro
Produção: Jane Santa Cruz, Bergson Nunes e Danilo Cairo
Fotos: Diney Araújo / Divulgação

A Ave pousa novamente no Gamboa Nova

O espetáculo solo “A Ave” volta a cartaz no Teatro Gamboa Nova, como parte das comemorações dos vinte anos do Grupo Viapalco e 25 anos de teatro do ator Agamenon de Abreu. Com uma linguagem Multimídia, na estética do Realismo Fantástico, a história propõe reflexões acerca dos nossos medos e conformismos em uma sociedade cujo pragmatismo tem nos afastado cada vez mais de nós mesmos enquanto ser humano. O texto, escrito pela dramaturga Ilma Nascimento em processo colaborativo com o ator, foi livremente inspirado no poema homônimo de Jorge de Lima, escritor alagoano.

Tudo começa quando uma ave, antropomorfa como um anjo, tomba sem vida numa praia aos pés de um jovem escritor. Sentindo-se profundamente irmanado com aquele ser, o nosso protagonista lança-se numa viagem pelo mundo tentando desvendar mais sobre aquela criatura e o motivo de sua morte. Nessa aventura onde se depara com personagens e situações fantásticas, acaba por descobrir coisas inimagináveis sobre si mesmo.

Libertação, transcendência, mudança, um olhar para existência humana. É isso que a ave propõe ao agitar as asas para os personagens dessa história, uma metáfora das infinitas possibilidades do ser humano. O espetáculo teve sua estreia no I FITLÂ (Festival Itinerante de Teatro da América Latina), na cidade de San Jose, Costa Rica, em Fevereiro de 2013; percorreu algumas cidades do interior da Bahia no projeto “Verão Cênico” de 2014; neste mesmo ano, obteve indicações em duas categorias (Especial pela visualidade e Melhor Texto) ao prêmio Braskem de Teatro.

Serviço
O que: A Ave
Quando: 23, 24 e 25/03/2018 (sexta 20h, sábado 17h + 20h, domingo 17h)
Quanto: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia com comprovante) - bilheteria abre duas horas antes
Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)
Informações: 71 3565-5645
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

Ficha Técnica:
Direção: Rino Carvalho
Texto: Ilma Nascimento e Agamenon de Abreu
Coreografia: Ísis Carla
Trilha Sonora: Agamenon de Abreu
Edição de som: Émerson Nogueira
Preparação Corporal: Ísis Carla e Joana Navarro
Preparação e Técnica de Voz: Andréa Alves
Preparação e Técnica de Tecido Acrobático: Aline Amado e Andréa Rabelo
Cenografia e Figurino: Zuarte Júnior e Agamenon de Abreu
Modelagem e Construção do Figurino: Guida Maria
Iluminação: Arielton Pereira (Tatá), Fábio Espírito Santo e Luciano Reis
Operação de luz: Arielton Pereira(Tatá)
Maquiagem: Nayara Homem
Cenotecnia: Agnaldo Queiroz e Alex Gurunga
Adereços: Sueli Garcia, Agamenon de Abreu e Daiane Samo
Operação de Som/ vídeo: Alex Gurunga / Yuri do Val
Concepção e edição de vídeo: Yuri do Val e Agamenon de Abreu
Programação Visual: Agamenon de Abreu / Lucas Grandesign
Fotografia: Adenor Godim
Assessoria de Imprensa: Isa Lorena
Direção de Produção: Agamenon de Abreu e Antônio Marques
Assistente de Produção: Arlane Abreu
Realização: Grupo Viapalco

EXPOSIÇÃO
Os Labirintos de Zaca Oliveira [Série: #OcupaLajes no Gamboa + Ocupa Banheirão]

A série #OcupaLajes no Gamboa, que começou em janeiro de 2018, com o primeiro artista deste projeto coletivo, Zaca Oliveira, continua no mês de março e lança também o #OcupaBanheirão, fazendo mais uma brincadeira nas paredes físicas e afetivas do Teatro Gamboa Nova.

Em Os Labirintos de Zaca Oliveira, o público acompanha gratuitamente, na Galeria Jayme Fygura, parte do trabalho deste multiartista intenso, que tem experiência prática em Direção de Artes e Cenografia, com trabalhos espalhados por vários países como França, Estados Unidos, Suécia, Holanda e Itália.

Sobre o #OcupaLajes – O projeto começou com a realização de oficinas e exposições artísticas em lajes de Salvador no ano de 2016. Agora, em 2018, o Acervo da Laje retoma a proposta com uma nova edição que ocupará novas lajes e espaços culturais em diferentes bairros periféricos da cidade de Salvador e esta celebração artística tem início com essa ocupação especial.

O que: Exposição Os Labirintos de Zaca Oliveira [Série #OcupaLajes no Gamboa]
Quando: 01 a 31/03/2018, das 16h às 20h (quarta a sábado) e das 15h às 17h (domingos)  
Quanto: Gratuito
Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)
Informações: 3329 2418
Classificação: Livre

Ficha Técnica
Curadoria: Acervo da Laje
Concepção: Leandro Souza
Projeto Expográfico: José Eduardo e Zaca Oliveira
Produção: Leandro Souza e Vilma Santos
Montagem: José Eduardo, Leandro Souza, Vilma Santos e Zaca Oliveira
Artistas: Ivana Magalhães/  Nilton Lobo (Indio)/  Ray Bahia/  Zaca Oliveira
Designer: Mariana de Paula
Transporte: Edson Oliveira

CINEMA
Mais um mês com O Gongo
Sucesso na internet, o canal de videos sobre temas contemporâneos tratados com muito humor, O Gongo, firma nova parceria com o Teatro Gamboa Nova. A cada semana serão exibidos alguns curtas presentes no canal, antes dos espetáculos, dentro do CineGamboa.

O Gongo é um canal de humor na Bahia, mas que faz comédia com piadas que vão além do contexto regional. Textos sobre o cotidiano, temas atuais e comportamento, além de conteúdo nonsense. A equipe é formada por Rafael Medrado, Fábio Vaz, Jarbas Oliver e Eduardo Oliveira, profissionais de artes e comunicação que cultivam o humor como ferramenta diária. 

Serviço
O que: Exibição de vídeos semanal de O Gongo
Quando: de 01 a 31/03/2018 – qua a dom – antes dos espetáculos com autorização das produções  Quanto: gratuito
Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)
Informações: 3329 2418 www.teatrogamboanova.com.br
Para saber mais: www.ogongo.com.br
Classificação etária: livre

Ficha Técnica:
Equipe : Rafael Medrado, Jarbas Oliver, Fábio Vaz, Eduardo Oliveira
Realização: O Gongo + Teatro Gamboa Nova

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