18 de set de 2016

História dos Bairros de Feira de Santana-Ba.

Foto: Jornal Feira Hoje 1970

Conheça a história de seu bairro


Queimadinha: 

Ganhou este nome em virtude das queimadas que eram provocadas por ali, quando ocorriam missas ou festas profanas no tempo em que ainda não existia luz elétrica. Ali era instalada a fábrica de Cal Sublime e o famoso Cabaré Sonho Azul.

São João:

Antigo "Campo Velho do Gado". O nome antigo deu-se em virtude de ali estarem localizadas as antigas instalações do campo do gado.Neste bairro estão sendo construídos importantes equipamentos públicos como o Centro de Convenções de Feira de Santana, O Museu Parque do Saber com um Teatro Virtual. Localiza-se também neste bairro o Shopping Iguatemi de Feira de Santana. Curiosamente o "Campo Velho do Gado" sediou o segundo campo do gado, já que o primeiro localizou-se onde hoje está a biblioteca municipal e o terceiro está no bairro do campo novo do gado.


Caseb:

O Governo da Bahia tinha naquele bairro um armazém onde depositava insumos que socorria a população em tempos díficeis, não permitindo as grandes altas no preço destes produtos, funcionando como regulador de mercado. Naquele região do entorno da Avenida João Durval, antiga Avenida Anchieta, existiam apenas dois prédios: um deles era da Usina Itapetingui e o outro, onde hoje fica a Cesta do Povo funcionava o prédio do governo (armazém) da CASEB (Companhia de Armazens e Silos do Estado da Bahia), que deu nome ao bairro.

Ponto Central:

Era uma chácara bastante afastada do centro comercial da cidade, era de propriedade de um pernambucano chamado José Campos Alves, que de forma corajosa, instalou energia elétrica naquela localidade de forma independente nos idos de 1954. Existiu por muito tempo uma lenda mal-assombrada naquele bairro que falava sobre um carro de boi fantasma que fazia enorme barulho.

Lagoa Grande:

Ganhou o nome em homenagem a importante lagoa que abasteceu a cidade com água potável até o início da década de 1970.

Parque Getúlio Vargas:

Leva este nome pela proximidade, no lado esquerdo de quem vai do centro para o contorno, com a Avenida Getúlio Vargas. Moram ali 2791 feirenses.

Capuchinhos:

Ganhou este nome por ser morada dos frades capuchinhos. Frades estes que batizaram as ruas do bairro com nomes de santos.

Santa Mônica:

A origem do bairro está claramente ligada ao advento dos frades capuchinhos para Feira de Santana, em 1950. Acolhidos pelo fazendeiro Fraterno Elisário que doou uma porção de terra para a instalação do atual conjunto religioso: Convento, Igreja, Colégio Sto Antônio, Rádio Sociedade e Faculdade UNEF. Mais tarde teve muitos lotes adquiridos pelo empresário Modesto Cerqueira, dono da Tv Subaé e diversas concessionárias de veículos na cidade.

Brasília:

Era uma chácara da família do Cel Agostinho Froés da Mota. Toda cercada de eucaliptos, ali cultivava-se de tudo. Em 1955 a família loteou o terreno preservando a casa sede da chácara, o primeiro nome do bairro foi Chácara de D. Lolô em homenagem a segunda esposa do Coronel. Passou a se chamar Brasília posteriormente em homenagem a capital federal que estava sendo construída á época, a idéia de batismo foi do então deputado Hamilton Cohim.

Olhos D'Água:

Acusada erroneamente de ser o nascedouro da cidade, ganhou este nome por abrigar uma casa apontada como sede da fazenda Olhos D'Água, de propriedade dos fundadores do município.

Chácara São Cosme:

Era a chácara do distinto Sílio Soledade . Sr. Sílio mais tarde vendeu parte do terreno para um imigrante pernambucano que ali construiu casas e as alugou para seus conterrâneos.

Jardim Acácia:

Esta árvore está relacionada aos símbolos maçônicos e seu nome foi escolhido pelo proprietário do terreno que era Maçom.

Tomba:

É o elo entre Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos. Conta-se que o bairro ganhou este nome porque o trem passava por ali e, em certo dia, alguns vagões tombaram naquela região. É o bairro mais populoso da cidade com, 45.034 moradores, segundo o último Censo.

Muchila:

Falava-se de uma fazenda com este nome naquela zona desde o Século XVII.

Pedra do Descanso:

Segundo relatos, existia ali uma grande pedra onde os viajantes descansavam ao retornar de grandes jornadas.

Calumbi:

Era uma fazenda da tradicional família Pinto. Seu nome se deu em virtude da abundância de arbustos cheios de espinhos, chamados calumbi, ali outrora existentes.

Rua Nova:

Um dos bairros mais humildes da cidade, era uma fazenda de uma senhora chamada Dona Pomba. A própria Dona Pomba, doou muitas terras a pessoas humildes, o que acabou culminando com a criação do bairro.

Jardim Cruzeiro:

Local onde estão situados o estádio da cidade "Jóia da Princesa" e a paróquia de Nosso Senhor do Bonfim. Conta com 2.898 habitantes. No Jardim Cruzeiro se encontra o Observatório Antares, mantido pela UEFS. Lá no Jardim Cruzeiro situa-se também os bairros conhecidos como: rua nova, rua Itororo, rua da pesidencia, rua moecas etc...

Sobradinho:

Ali se localizava, segundo a lenda, um sobrado antigo e mal-assombrado que assustava toda a população da parnasiana Feira de Sant'Anna. Outra versão contesta a primeira e diz que onde hoje é o bairro do Sobradinho localizava-se um sobrado dos Padres Jesuítas e que servia como depósito de ouro, trazido pelos tropeiros das minas de Mundo Novo e de Jacobina.

Baraúnas:

Ganhou este nome em virtude da presença dos muito pés da árvore conhecida como Baraúna. Fica entre o Sobradinho e Avenida José Falcão da Silva. O último censo contou 7.125 habitantes no bairro.

Cidade Nova:

Criado no ano de 1969 com o status de primeiro conjunto habitacional transformado em bairro. Foi construído em dois anos pela Urbis e atualmente é praticamente auto-suficiente com boa infra-estrutura. A curiosidade é que este bairro pela data de sua construção batizou o nome das ruas com o nome dos jogadores da seleção Brasileira de futebol do ano de 1970.

Conceição:

Chamou-se Santo Antônio Velho outrora, e foi mais tarde batizado com o nome de Conceição em virtude da construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.

Santo Antônio dos Prazeres:

Um dos bairros mais antigos do município. Seu nome está ligado a inauguração da água encanada em 1957, extraída da Lagoa Grande, próxima a este bairro, com a presença do prefeito João Marinho Falcão e do então presidente Juscelino Kubitschek. Aquele era o caminho obrigatório para quem ía para as atuais São Roque, Coração de Maria e Jaíba.

Sim:

Este bairro é recente na história do município e ganhou este nome em virtude da instalação do Serviço de Integração do Migrante que surgiu no governo de João Durval Carneiro. Naquele bairro, hoje localiza-se a Faculdade de Tecnologia e Ciência.

35º BI:

Situado ao lado do Batalhão de Infantaria, o bairro possui cerca de 800 habitantes. Em sua localidade existia a Fazenda da Copa, a qual foi vendida em lotes de terra. O bairro fica próximo a orgãos importantes, como o Hospital Clériston Andrade, o Complexo Policial, o Sest/Senat, o Sesc e o próprio Batalhão de Infantaria. O bairro tinha fama de tranquilo, mas últimamente tem passado por alguns problemas com relação a violência e drogas. Como houve promessa, do então candidato a Deputado, Drº Tarcizio Pimenta (hoje eleito como prefeito da cidade) de instalação de um módulo policial, a população aguarda estae plano de governo. População essa que com suas próprias economias estão a cerca de 7 anos construindo o Centro Paroquial Nossa Senhora do Rosário.

CIS:

Nomeclatura de Centro Industrial do Subaé. Ganhou este nome pela proximidade do centro industrial. Segundo o último censo, conta com 7.264 moradores.

Nova Esperança:

botou este nome porque antigamente o povo de lá tinha sempre uma nova esperança.

Gabriela:

As suas ruas, de modo geral, levam nomes de novelas, assim como o próprio nome do bairro, da obra homônima de Jorge Amado.

Campo Limpo:

Ganhou este nome pelo fato de aquela zona ser bastante plana e sem árvores altas que dificultassem a visão ao longe. É o segundo bairro mais populoso do município, com 40.564 habitantes.

Parque Ipê:

Ganhou este nome de um dos colaboradores da loteadora Ficol, responsável pela criação do bairro.

Aviário:

O ex-governador Landulfo Alves a fim de estimular a criação de aves implantou ali um criatório de galinhas. Diz-se que a idéia era mostrar a população como poderia haver um criatório deste tipo de ave de forma sadia. Atualmente não mais exite este criatório e o governo municipal têm construído casas populares naquele bairro.

Campo Novo do Gado:

Conhecido erroneamente na cidade como Campo do Gado Novo. Dista 6 Km do centro da cidade e ganhou este nome por abrigar o complexo matadouro e currais de gado conhecido como Campo do Gado.A grande feira de gado bovino movimenta, principalmente às segundas-feiras, o complexo Matadouro/Campo do Gado. O negócio com animais se estende à venda de produtos do artesanato regional, especialmente peças de vestuário e de montaria do vaqueiro e bebidas e comidas típicas.

Asa Branca:

Ali situava-se uma fazenda de Antônio da Serraria. Fica entre os bairros da Pampalona e São José.

Novo Horizonte:

Puseram esse nome por que fica no horizonte.

Papagaio:

Abrigou o extinto Instituto Baiano do Fumo. Hoje pertence a diocese de Feira de Santana.

Limoeiro:

(De distrito a bairro de acordo com a lei complementar nº 018 de 08 de julho de 2004)
Distante 6 Km do centro da cidade. É uma localidade bem antiga e que possui uma igreja de porte médio. Seu calçamento é feito de paralelepípedos.


Subaé:

Formado no entorno do centro industrial. Ganhou este nome em virtude do rio genuinamente feirense que nasce lá. Este rio é de demasiada importância e tem recebido a atenção das autoridades e órgãos competentes.

Aeroporto:

Seu nome foi concedido em virtude da proximidade do Aeroporto João Durval Carneiro. Está situado do lado esquerdo da estrada que leva ao povoado de Jaíba e é o bairro menos populoso da cidade, no último censo contava com apenas 774 habitantes.

Fonte: Memórias de Feira de Santana

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