Botaram cerca elétrica no Cemitério da Piedade na nossa Feira de
Lucas para assombração não sair ou para assombrado não entrar. Porque no
caos de toda meia noite os muros do cemitério talvez sejam refúgio
único contra a violência urbana.
A “paz do cemitério” era o que latifúndio desejava para camponeses
revolucionários, segundo discurso e imagem de Francisco Julião, nos idos
de sessenta. Nos vindos de hoje, essa “paz” alargou os limites
demográficos, transformando segurança e choque elétrico em mercadoria de
consumo. Na Feira que se vende de tudo, fico imaginando motivos e argumentos
para se vender choque elétrico. Temos nos cemitérios assombrações
famosas, mas não acredito que alguém, por exemplo, como Lucas da Feira,
fosse detido por cercas quaisquer nem vivo nem morto.
Resta saber, então, quem comprou e porque. Mas, o que me enche de
curiosidade mesmo é quem é esse cidadão ou cidadã que tem discurso e
poder capaz de vender cerca elétrica para defunto.
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