22 de jul de 2016

Festa para os 20 anos do Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana

Foto: Jorge Magalhães

A noite de 21 de julho foi de festa no Museu de Arte Contemporânea Raimundo Oliveira, em razão das comemorações dos seus vinte anos de fundação. Como parte, foi lançada a antologia que reúne as 18 poesias melhores classificadas no II Concurso Municipal de Poesia de Feira de Santana Prêmio Gastão Guimarães.
        
Com direção de Glaide Gavim, participantes de oficinas realizadas no MAC apresentam a performance “Dance comigo”, aberta a participação de todos.
Diretor de Cultura, Luiz Augusto Oliveira elogiou o MAC, que, na sua visão, é um marco nas artes plásticas e que ao longo das duas décadas contribuiu para o engrandecimento do setor.

Ele representou o presidente da Funtitec Egberto Costa, Antônio Carlos Coelho. “O MAC é um espaço democrático onde todas as maneiras de manifestação são bem vindas”.
O jornalista Helder Alencar, neto de Gastão Guimarães, elogiou a iniciativa de homenagear o médico e poeta. “Foi uma pessoa que trabalhou pelos feirenses e, por isso, merece todas as homenagens”.       


Espaço raro". Diz o poeta Antônio Brasileiro ao definir o Museu de Arte Contemporênea Raimundo de Oliveira. "Local adequado", afirma o artista plástico Jorge Galeano. "De repente 20 anos", espanta-se o artista plástico Juraci Dórea.
Juraci tem uma relação afetiva com o espaço: foi um dos seus idealizadores e primeiro diretor. “O MAC é um local que garante o futuro da arte contemporânea em Feira”. Para ele, a linguagem é provocativa e leva ao debate.
Ele ressalta que o espaço também coloca o município na vanguarda, em termos regional, por ser o único do estado com esta vocação. “Ao longo das décadas aqui foram realizadas grandes exposições com nomes conhecidos”.
Participa da exposição comemorativa com a obra “Azul e o tempo”, um pedaço de madeira com parte pintada de azul que mostra a passagem do tempo. “O sonho de todo artista é se comunicar. E a arte moderna é isso”.
Galeano afirmou que a sua carreira se confunde e está diretamente relacionada com a história do MAC. “Tenho uma ligação muito forte com este espaço, onde participei de várias iniciativas". “É um dos bons espaços que a cidade dispõe e onde acontecem coisas importantes”, afirmou Antônio Brasileiro.
Autor de uma instalação – que é uma manifestação artística contemporânea composta por elementos em um ambiente, George Lima, afirmou que a arte é um instrumento para levar as pessoas à reflexão “sobre tudo, inclusive a vida”.
“Compotas” é formada por cem vasos com areia e coberto por um algodão fino, mais uma bolinha de gude no centro. “Inicialmente, a arte contemporânea parece estranha. E isso é bom para o homem”. 

Até o dia 24 de agosto, obras de 20 artistas, que tem história com o museu, ficarão expostas. A entrada é franca.

Fonte: Secom/PMFS

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