FNO

13 de jul de 2016

Documentário de educação patrimonial será lançado até agosto (2016)

Foto: Jefferson Vieira/IPAC

Até agosto (2016) escolas públicas, universidades, instituições sem fins lucrativos e organizações privadas que se interessem por educação terão mais um instrumento para trabalhar. Trata-se do minidocumentário ‘Educação Patrimonial’ feito para mobilizar e conscientizar a população baiana em busca de atitude participativa para a proteção do rico acervo artístico, arquitetônico e cultural da Bahia. O vídeo tira dúvidas e traz instruções, despertando a necessidade do cidadão conhecer os bens culturais, evitando depredações e desenvolvendo atividades educativas.

“O objetivo dos minidocumentários é mostrar que existem ações e projetos sendo realizados no estado e que precisam ser maximizados, conhecidos e utilizados pela população e a sociedade em geral, e um desses exemplos é a educação patrimonial”, explica a coordenadora de TV da secretaria estadual de Comunicação (Secom), Silvana Oliveira, responsável pela iniciativa. O projeto da Secom chama-se ‘Nossa Cultura’, é realizado em parceria com a secretaria de Cultura (SecultBA) e produz, além do ‘Educação Patrimonial’ mais 20 minidocumentários até o final do ano (2016).



MASCOTES – O argumento e roteiro do vídeo de ‘Educação Patrimonial’ foi concebido a partir do processo de criação de ‘mascotes educativos’ do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da SecultBA. A criação foi da equipe de comunicação do órgão. Os mascotes da educação patrimonial foram criados a partir de pessoas reais existentes em várias regiões da Bahia.

Dentre eles, Jonas, um cientista erudito e curioso, Gabriel e Galileu, dois gêmeos tagarelas e brincalhões, o produtor cultural Zico, a amorosa baiana de acarajé natural de Cachoeira, Dona Zefa, a corajosa e intrépida vaqueira do sertão, a ‘sarará’ Lourdinha, além do mestre de capoeira, Melaço, de Salvador. Os mascotes foram dimensionados como bonecos com tamanho natural em displays plásticos coloridos para atividades em museus e de educação patrimonial. Depois, participaram do minidocumentário, e devem ser transformados em animações digitais e histórias em quadrinhos.

DOWNLOAD – No vídeo foram entrevistados da parte do IPAC o diretor geral, João Carlos de Oliveira, o coordenador de Articulação e Difusão (Coad), Ackermann Leal, a coordenadora de Educação Patrimonial, Daiana Sacramento, e os criadores dos bonecos, o designer Helder Florentino e o estagiário Davi Carvalho. Segundo Silvana Oliveira, os minidocumentários terão uso liberado para redes sociais e atividades educativas. “O vídeo será divulgado pela Secom e estará disponível para download livre na internet”, explica a coordenadora de TV da Secom.

As gravações foram feitas pela Mandacaru Filmes em locais do IPAC, como os museus Tempostal e Udo Knoff, centro cultural Solar Ferrão e Laboratório de Museus (LabDimus), no Pelourinho. “É gratificante ter um documentário sobre esses personagens para passar a importância do cuidado com o patrimônio cultural. A ideia é que a população possa interagir com os personagens em diversas mídias”, afirma João Carlos de Oliveira.

Enquanto o minidocumentário não está pronto, instituições e escolas interessadas nos mascotes do IPAC podem solicitar os bonecos em tamanho natural para atividades e parcerias. O contato é com a Coad através do telefone via (71) 3116-6945 e endereço eletrônico coad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
  
Assessoria de Comunicação – IPAC
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº 1851)
Texto-base e entrevistas: Cecília Oliveira (estagiário Jornalismo)

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