10 de mai de 2016

Audiência Pública debate Plano de Cultura nesta quinta na Câmara de Vereadores de Feira


Artistas, produtores, ativistas, divulgadores e a comunidade, de forma geral, são esperados nesta quinta-feira (12/05), na Câmara de Vereadores de Feira de Santana, a partir das 9 horas, para realização da Audiência Pública que debaterá o Plano Municipal de Cultura.
O evento atende a legislação em vigência que estabelece que a votação de qualquer plano municipal seja precedida por audiência pública convocada pelo Poder Legislativo. 

A proposta seria votada em 12 de abril, mas a articulação promovida por personagens que atuam no segmento cultural em Feira de Santana junto à presidência da Casa conseguiu viabilizar a retirada de pauta do projeto.

O momento é extremamente importante por possibilitar que os variados setores da sociedade tenham conhecimento do que significa este documento e para que o Plano não sofra distorções quando for votado pelos vereadores, que na maioria desconhecem a dinâmica do segmento. 


Por volta das 8 horas haverá concentração com samba de roda, performances e intervenções culturais na frente da Câmara Municipal. O “Samba da Concentração” contará com a participação de artistas da cidade que trabalham com as mais variadas linguagens.

O Plano

O Plano Municipal de Cultura foi construído pela Sociedade Civil e Poder Público e representa a institucionalização das políticas públicas de cultura que são desejadas há anos por artistas, produtores, gestores e cidadãos feirenses.

O documento traça metas, diretrizes e objetivos que visam garantir a valorização, o fomento e o consequente desenvolvimento da produção cultural e artística de Feira de Santana pelos próximos dez anos. A peça é imprescindível para que o município possa pleitear recursos de diversas ordens e se inserir na estrutura estadual e federal de incentivos e políticas culturais, que se apresenta cada vez mais consolidada.

Feira de Santana é uma das mais importantes cidades da região nordeste e não pode continuar fazendo uma gestão de cultura sem o planejamento necessário e diálogo com a sociedade. Cada vez mais a cultura ocupa um papel central no processo de desenvolvimento das cidades, exigindo assim dos gestores locais o planejamento e a implementação de políticas que respondam aos novos desafios do mundo contemporâneo. 


Por Elsimar Pondé

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