28 de abr de 2016

Esquente no Museu sacudiu o público ao som de Paulo Akenaton, Fabrício Barreto e Enio



Mais uma vez o Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (MAC) recepcionou a plateia com a diversidade musical, característica do projeto Música no Museu. A experiência de misturar ritmos, num contexto autoral, levou mais três atrações para o espaço no último domingo (24).
 
Paulo Akenaton
            O talento de Paulo Akenaton foi responsável por iniciar o movimento musical da noite. O cantor e compositor, que tem uma carreira de quase 20 anos, acredita que o Música no Museu oportunizou um momento para que ele mostrasse sua autoralidade, diferente do que ele apresenta em bares e outros ambientes noturnos. Premiado em 2011 no Festival Vozes da Terra, com a canção “Mandacaru”, ele destaca o momento como marcante em sua trajetória. Assim como as parcerias com alguns artistas de Feira de Santana.


Fabricio Barreto
Em seguida a animação ficou por conta de Fabrício Barreto, que trouxe o show Entretantagente, porém em um formato elétrico. Segundo ele, o público do museu é mais fervoroso, daí a atitude do formato diferenciado. Fabrício, que já passou pelas bandas Embalagem Acústica e Clube de Patifes, diz ter ambas como um legado. “Sou agraciado. Absorvi práticas com pessoas detentoras de grandes experiências. Embalagem me adotou como letrista e com Clube de Patifes foi marcante, apesar de eu ter trabalhado com eles como instrumentista. Eu aprendi muito, o que acho ótimo. Sou muito grato também a Marcel Torres, com quem eu fiz uma parceria em 2015”.

Enio
Encerrando a noite, Enio, artista de Salvador, balançou o MAC. Os diversos sons extraídos completou a mistura de linguagens musicais. Enio, que teve participações especiais em seu CD, como Saulo Fernandes e Seu Jorge, dentre outros, desfrutou na sua caminhada experimentos com o rock e com a banda Olodum. “Respirei diversidade desde cedo e pude compartilhar de diversos gêneros, apesar de crescer com as pessoas falando que eu era do axé. E para mim axé é mais do que sentido musical, é querer o bem”.

Em 2016 o projeto Música no Museu foi lançado dia 31 de janeiro. Em maio a produção autoral segue, sempre promovendo troca de audições e misturando estilos musicais.

Este projeto tem o apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.
Em parceria com a Cúpula do Som, Museu de Arte Contemporânea (MAC), Fundação Municipal Egberto Costa e Secretaria de Cultura de Feira de Santana.


Texto: Laísa Melo
Fotos: Jaime Sampaio
Ascom Cúpula do Som


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