28 de abr de 2016

IPAC apoia Comando da Polícia Militar em Salvador e interior do estado

Foto: Jefferson Vieira
 
O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) está desenvolvendo uma parceria para apoiar as estratégias de atuação do Comando Geral da Polícia Militar (PM) na capital e interior do estado. O IPAC detém imóveis em Salvador, Lençóis e Cachoeira que podem ser disponibilizados para a PM instalar corporações, postos avançados e sistemas de monitoramento de segurança. “Além disso, desejamos incluir a restauração do prédio da sede da PM, o Quartel dos Aflitos, em um grande projeto de reforma do complexo arquitetônico-histórico do Passeio Público, Palácio da Aclamação e o quartel, via Lei Rouanet”, adianta o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira.
 
O comandante geral da PM/Ba, o coronel PM Anselmo Brandão, já realizou três reuniões com o diretor e a equipe técnica do IPAC. Duas ocorreram na sede do comando da PM, nos Aflitos. No último dia 20 (abril/2016), o comandante Anselmo visitou a sede do IPAC, no Solar Mirante do Saldanha, no Centro Histórico de Salvador (CHS). "O encontro entre IPAC e PM é importante para firmar parcerias, preservar o patrimônio do estado e otimizar o uso de imóveis, estreitando os laços entre as duas instituições”, ressalta o coronel PM Anselmo Brandão. Na visita, estiveram presentes ainda o comandante do 18º Batalhão PM, tenente coronel Valter Menezes, e o capitão PM Davi Nazário.
 
SEGURANÇADe acordo com João Carlos de Oliveira, o IPAC detém um parque imobiliário de 226 imóveis na zona tombada do CHS, o que corresponde apenas a cerca de 2% do total na região. O restante de 98% dos imóveis é de propriedade da Prefeitura de Salvador, de outros órgãos e secretarias do governo estadual, de privados e de irmandades da Igreja Católica. “Esses imóveis são estratégicos para a PM também para instalação de câmeras que monitoram a segurança pública nas ruas do CHS”, afirma o diretor do IPAC.
 
Os 2% de imóveis do IPAC no CHS surgiram a partir das reformas nas décadas de 1980 e 1990 no CHS, quando casas foram desapropriados pelo governo estadual. Hoje, estão ocupados para uso residencial e institucional. As ocupações atendem estratégias urbanístico-arquitetônicas, de fomento à economia e reforço às ações sociais nessa região. Todos os imóveis do IPAC estão em boas condições, pois estão ocupados e o instituto dispõe de contrato de manutenção anual.
 
AFLITOSOutra demanda discutida foi o policiamento do Museu de Arte Moderna (MAM), na Avenida Contorno, equipamento do IPAC. Em Salvador, além do MAM, o IPAC tem o Palacete das Artes (Graça), Aclamação/Passeio Público (Campo Grande), Museu de Arte da Bahia (Corredor da Vitória), Solar Ferrão, museus Udo e Tempostal (Pelourinho). No interior, os museus do Recolhimento (Santo Amaro), Wanderley (Candeias) e Castro Alves (Cabaceiras).
 
Já a restauração do quartel integrará a requalificação do complexo arquitetônico-urbanístico do Aclamação, elaborado pelo IPAC e com recursos via Lei Rouanet. O quartel foi construído em 1639 pelo 16º governador da Bahia, Fernando de Mascarenhas. Foi base defensiva da cidade, ocupado pela Sabinada (1837) e hospital militar. No final do século XIX foi reconstruído e na primeira metade do século XX se arruinou. Em 1938, o comando retorna ao quartel, e em 1989 o prédio sofre reforma. Hoje, abriga comando, subcomando, comunicação, planejamento, inteligência e coordenações de policiamento. Mais informações, acompanhe o site www.ipac.ba.gov.br, facebook 'Ipacba Patrimônio', twitter '@ipac_ba' e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
 
Fotos em BAIXA resolução ANEXAS.
Crédito Fotográfico obrigatório – Lei nº 9610/98: Jefferson Vieira

Assessoria de Comunicação – IPAC, em 28.04.2016
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 99110-5099, 99922-1743, 3117-6490, 3116-6673
Entrevistas e texto-base: Ully Gomes (estagiária de Jornalismo)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente aqui

FNO

Sua marca no melhor lugar!