O Grito Rock é um Festival de artes integradas realizado
pelo circuito Fora do Eixo. Este ano o Festival se consolida global conectando
400 cidades de 40 países da América Latina, Europa, África e América do Norte
entre fevereiro e março na 12ª edição mundial.
Aqui, em Feira de Santana, o Grito Rock está em sua 4ª
edição, sendo realizado pelo Feira Coletivo Cultural, que é integrado ao
circuito Fora do Eixo. Além de fomentar o cenário musical, o Grito Rock propõe
possibilidades diversas de integração com outras linguagens artísticas. Então,
nesta edição em Feira, já tivemos além dos shows musicais, apresentações de
dança, intervenção poética, grafitagem, expositores independentes na Feira
Camelô 2.0 e muito mais.
E pra finalizar o Grito Rock deste ano, o Feira Coletivo
está oferecendo Oficinas Gratuitas para a comunidade. Serão 3 oficinas:
Fotografia, Cinema e Dança, que acontecerão no CUCA –Centro Universitário de
Cultura e Arte, no dia 22 de março, próximo sábado, das 8h às 12h. Os alunos
inscritos receberão certificado de 4h de participação.
OBS: Atenção: as três oficinas irão acontecer ao mesmo
tempo no mesmo horário, então só é possível se inscrever em uma oficina.
Saiba mais sobre as oficinas e os professores:
OFICINA
DE HISTÓRIA DO CINEMA
Prof.
Alan Magalhães
Através de uma análise do filme ‘A invenção de Hugo
Cabret’, o prof. abordará todas as fases das descobertas que levaram a criação
do cinema como conhecemos.
Sobre o professor
Alan Magalhães é graduando em Cinema na UFRB, com
formação técnica em design gráfico. Atualmente é sócio na Apronto Comunicação e
proprietário da Camguru Filmes. Atua no mercado desde de 2004, onde começou
como produtor e editor em agências de publicidade foi produtor na Mérito
Comunicação e produtor e editor na ZAZ Comunicação. Trabalhando com filmagem
também em alguns eventos, fez vídeos ligados a moda, documentários
institucionais (a exemplo da Faculdade UNEF) e possui um foco voltado para
artistas feirenses, já tendo feito vídeos para os artistas: Paulo Costa, Trupe
Mandhala, Diabo A4 Editora, Clube de Patifes, Novelta, entre outros. Atua de
forma colaborativa no Feira Coletivo Cultural, experimentando, aprendendo e
passando adiante um pouco de sua experiência.
OFICINA
DE FORMAÇÃO EM FOTOGRAFIA DIGITAL
Prof.
Pedro Henrique Caldas
Antes de adquirir uma câmera digital é importante você
tomar algumas decisões e fazer algumas análises a respeito das suas
expectativas como fotógrafo.
Nesta oficina serão analisadas os tipos de câmeras bem
como suas características e funções e o melhor custo/benefício para adquirir
sua câmera, ou entender melhor a câmera que já possui, explorando totalmente
seu potencial.
Sobre o Professor
Pedro Henrique Caldas tem 28 anos e desde 2009 usa a
fotografia como arte para se expressar, atuando principalmente na área cultura
de Feira de Santana pelo Feira Coletivo Cultural. Tem formação em Fotografia
pelas Oficinas do CUCA-UEFS e LABFOTO-UFBA.
OFICINA
DE DANÇAS POPULARES REGIONAIS
Profª
Lyara Brito
O foco da Oficina será o trabalho coreográfico com
algumas manifestações de danças populares Brasileiras.
*Maracatu – Um ritmo musical com dança típica da região
pernambucana. Reúne uma interessante mistura de elementos culturais
afro-brasileiros, indígenas e europeus, possui uma forte característica
religiosa. Os bailarinos representam personagens históricos (duques, duquesas,
embaixadores, reis e rainha) em um cortejo que é acompanhado por uma banda com
instrumentos de percussão.
*Baião – Típica da região do Nordeste, a dança ocorre em
pares com movimentos parecidos com o forró.
*Catira – Conhecida também como cateretê é uma dança
caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Típica da
região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato
Grosso.
*Ciranda – é um tipo de dança e música de Pernambuco,
originada no nordeste mais precisamente em Itamaracá pelas mulheres de
pescadores que cantavam e dançavam esperando a volta deles do mar.
*Frevo – Espécie de marchinha muito acelerada, não possui
letra e os bailarinos usam geralmente um pequeno guarda-chuva colorido como
elemento coreográfico.
Sobre a professora
Antonia Lyara Brito é estudante de Filosofia pela
Universidade Estadual de Feira de Santana e Dança pela Funceb. É bailarina e
coreógrafa da Trupe Mandhala e também umas de suas fundadoras, bailarina
intérprete da Cia. Denys Silva do BTCA/Extensão e fez parte da extinta Trupe
Yonah primeiro grupo de dança Tribal da cidade de Feira de Santana-BA.
Lecionou na Academia Earte, Academia Arte de Dançar,
Sport Life e em alguns colégios da rede estadual e municipal pelo Projeto Mais
Educação que leva artes integradas para os alunos. Tem como trabalho de
pesquisa as fusões entre danças orientais e outras hibridações, usando como principais
inspirações as Danças Populares Regionais, danças de rua, dança contemporânea,
ragga, azonto.
Com
informações da publicitária Mariana B. Figuerêdo


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